segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Ponto Jasmim - corrida de obstáculos em crochet



Não pegava numa agulha de crochet há vários meses. Esta semana cruzei-me no Pinterest com fotografias deste Ponto Jasmim e resolvi dar uma hipótese ao tutorial em espanhol (!) do vídeo no link. É mais difícil do que esperava - na primeira vez que olhei para ele pensei que não devia custar nada a fazer, estava mesmo enganada! Mas depois de se perceber a lógica é muito giro e até custa parar! Acho que até estou a gostar mais disto precisamente por não ter sido fácil à primeira. Não faço a mais pequena ideia do destino que hei-de dar ao que está a sair daqui, mas o ponto é bem giro, não é? Ou se calhar não é e são só os meus olhos maternais depois de um parto difícil! ;) Se também gostam de desafios, recomendo! Experimentem.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

alguma coisa parece não bater certa




Sei que nós temos memória curta e uma tendência para dramatizar. Por "nós", podem entender "humanos", "mulheres", "portugueses" - o que preferirem! - porque as generalizações valem o que valem (muito pouco). Mas apercebo-me muitas vezes da minha própria memória curta em vários contextos - quer quando encontro textos que escrevi na adolescência e que sou incapaz de me imaginar a escrever, como quando percebo que a minha memória seletiva dourou acontecimentos concretos do passado. Ora, um blogue que escrevemos há anos (este tem mais de 11, imaginem!) tem esse lado bom de nos trazer a verdade à memória por permitir que recorramos aos arquivos e facilmente confirmemos como era a vida em meses e semanas de outros anos (com um bocado de paciência, há outras redes sociais que permitem o mesmo).

Hoje estava a almoçar uma salada na varanda, com manga curta, cheia de calor, e não há como não ter a sensação de que alguma coisa não está bater certa. É quase Novembro! É normal estarem mais de 30ºC no final de Outubro? Por saber dessa tendência para esquecer depressa, pensei que talvez sim, talvez não fosse assim tão absurdo nem tão diferente dos últimos anos. Fui tentar confirmar. Já encontrei um 5 de Novembro em que escrevi "enquanto o frio a sério não chega" mas as mantinhas, os pratos de forno, as botas e os casacos das fotografias de Outubros passados, fazem-me suspeitar que, apesar dos céus azuis com Sol a brilhar intensamente, não é mesmo nada normal estar tanto calor. Claro que é assustador! Não é inesperado mas os efeitos do aquecimento global são daquelas previsões que, no fundo, desejávamos com muita força que não se confirmassem. E têm-se confirmado. Não param de se confirmar.



segunda-feira, 23 de outubro de 2017

ritmos




Não sei como é convosco mas por aqui os dias têm chegado na catadupa habitual. Parecem-me sempre demasiadas as coisas para fazer em tão pouco tempo. Sinto que na cidade o relógio não dá tréguas. Como não quero passar os dias inteiros a correr, decidi correr o dobro durante parte do tempo para depois poder abrandar e aproveitar bem e com calma a outra parte. É uma estratégia como qualquer outra. Não é perfeita, mas estou a testá-la.

caril de chocos à casa

O jantar, mesmo quando é improvisado, encaixa na melhor parte do dia.

domingo, 1 de outubro de 2017

cenas assustadoras


Quando alguém nos diz: "Vi isto e lembrei-me de ti, é a tua cara!", acerca de coisas que achamos realmente foleiras.



Também já vos aconteceu? M E D O !

sábado, 30 de setembro de 2017

o melhor da estação


Parece que ainda ontem começava Setembro e hoje já é tempo de nos despedirmos!

É difícil encontrar palavras para explicar a alegria que sinto por continuar calor e os dias estarem liiindos.

Tão bom ainda não ter sido preciso ir buscar a roupa de Inverno! Sou daquelas pessoas que mudam a roupa do roupeiro duas vezes por ano. Estou a escrever que "sou daquelas pessoas" e, na verdade, não faço ideia se é uma coisa só minha ou se há mais gente que o faz. Tenho uma caixa gigante onde: durante os meses quentes arrumo todas as camisolas, casacos, calças grossas e vestidos de manga comprida; durante os meses frios arrumo tudo o que faça lembrar a praia e todos os vestidinhos leves e roupa de Verão. Gosto de ter espaço no armário e nas gavetas (e irrita-me um bocado mexer em camisolas de lã ou tecidos quentes quando está calor). É mais fácil encontrar tudo e este processo tem também a vantagem de não deixar que existam aquelas peças que estão lá no fundo do armário e até nos esquecemos que as temos. Isso aqui não existe. Duas vezes por ano, dou uma volta a tudo, vejo o que faz sentido, o que precisa ser arranjado, o que posso oferecer. Há também um lado quase ritual de interiorização da mudança de estação que me sabe bem. A melhor parte: quase todas as vezes dou por mim feliz da vida a encontrar coisas que já não me lembrava que tinha - é um bocadinho como ir comprar roupa nova mas sem precisar de pagar ou sair de casa!

Por enquanto, só as noites é que refrescaram e há esse lado bom de já não custar ligar o forno e começar a apetecer-nos cozinhar com tempo e fazer bolos para animar a semana. A mim já apetece!


Entretanto (enquanto os bolos arrefecem), parece que se avizinha uma semana de temperaturas acima dos 30ºC e eu acho é que ainda vou molhar os pés e passeá-los na areia para a despedida!

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

férias em Setembro




Setembro ainda é verão, está bem? Não esquecer. Comecei o mês em férias e a ouvir toda a gente falar no regresso às aulas, na chegada iminente do outono, em como já apetecia pegar em lãs, cozinhar pratos de forno e beber chocolate quente...  Calma, gente! Muita calma.

Vão por mim. Em caso de dúvida, anotem já aí para o próximo ano: "guardar uns dias de férias para gozar em setembro".


 
 






domingo, 27 de agosto de 2017

turistando por Lisboa




Aproveitar uns dias de férias na cidade que nos acolhe o ano inteiro também sabe bem. Se tanta gente escolhe Lisboa para passear nas suas férias, não há razão para não experimentarmos a sensação. :)


E aquela sensação boa de podermos demorar-nos mais nas tarefas habituais que até não são más de todo?


E agora vou pegar nas malas e abalar, como se diz no Alentejo. Que as férias são curtas e há que aproveitar bem. Até já!

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Finalmente as férias. E agora?


Acho que já não me lembro de como é que isto se faz!



segunda-feira, 21 de agosto de 2017

leite de amêndoas (e bolachinhas com as sobras!)



Não tenho nenhuma restrição alimentar, nenhuma intolerância ou desconforto, nem nada contra o leite de vaca - mas também não tenho nenhuma razão para não gostar de leites vegetais. Na verdade, porque só compro leite de vaquinhas criadas em modo de produção biológico, o preço não fica assim tão abaixo do dos leites vegetais e essa deve ter sido a principal razão para ter começado a experimentar alternar entre ambos. Produtos de soja não consumo mas os leites de amêndoa, avelã, caju, aveia, trigo sarraceno, alpiste ou arroz, têm vindo a ganhar um lugarzinho generoso no meu coração. Mais ainda, desde que percebi como é fácil fazê-los em casa. E são só vantagens: não só somos nós que selecionamos os ingredientes que queremos usar e a qualidade deles, como, ainda por cima, o sabor fica incomparável. E aproveita-se tudo!


Leite de amêndoas

100g de amêndoas cruas com pele
1 tâmara medjool
água

É mesmo só isto! E até podia ser mais simples (a tâmara é só por causa da minha gulodice).

Coloco as amêndoas de molho em água durante a noite (num frasco no frigorífico) e depois de bem ensopadinhas é fácil apertá-las e retirar-lhes a pele. É fácil mas pode demorar um bocadinho. Cultivem a paciência. Aproveitem o tempo enquanto descascam as amêndoas para abrandarem e organizarem os pensamentos. :) 

Depois de bem descascadas, só têm de lhes acrescentar a tâmara (sem caroço), água (mais ou menos 1 litro) e triturar muito bem num robot de cozinha ou liquidificadora potente (com a varinha mágica também dá). E pronto! Podem filtrar com um pano poroso e têm a vossa bebida vegetal de amêndoas pronta. Há quem goste de acrescentar também uma pitada de sal, eu dispenso mas testem ao vosso gosto.


Com o que resta dentro do paninho que serve de filtro, depois de muito bem apertado e espremido, podem fazer bolachinhas de amêndoa. Juntei 1 ovo, 50g de manteiga, farinha de espelta e açúcar demerara, baunilha e uma pitada de sal. Não são a coisa mais saudável do mundo mas são deliciosas (e bem melhores que quaisquer bolachas compradas fora de casa!)

sábado, 5 de agosto de 2017

pudim de tapioca para animar as manhãs



Eu sei que há agora um hype em torno da tapioca e principalmente das crepiocas (crepes de tapioca). Parece-me bastante exagerado, uma vez que nem são assim tããão inacreditavelmente saborosas e há usos bem mais interessantes para a tapioca. A minha avó fazia muitas vezes tapioca quando eu era miúda - era cozida mais ou menos como se fosse um arroz doce mas com tapioca, grossa e previamente demolhada em água, em vez do arroz. A minha sogra prepara-a quase exactamente da mesma maneira, por isso, até há poucos anos, eu nem sequer sabia que havia outras formas (pelos vistos bem mais populares - no Brasil, principalmente).

A tapioca é fécula de mandioca, composta essencialmente por hidratos de carbono e sem valor nutricional considerável. Ou seja, tem muitas calorias mas poucos nutrientes que interessem. Posto isto, nem se percebe muito bem a popularidade recente - apesar de eu suspeitar que se deve ao facto de não ter glúten e ser versátil. Isso é. Até existem bebidas alcoólicas obtidas a partir da fermentação de tapioca! Mais, li algures que a tapioca é mesmo considerada património da humanidade. :)

Como eu não tenho nada contra os hidratos de carbono e acho que a melhor alimentação é a mais variada possível, nenhum alimento está completamente banido da nossa cozinha. Com conta, peso, medida e bom senso, todos são bem vindos (mas uns mais que outros, claro!).

Não descarto experiências. Um destes dias mostro-vos duas formas de preparar as crepiocas que já testei (e repito ocasionalmente) e passo-vos as receitas. São agradáveis, fáceis de preparar e uma boa ideia para variarem os pequenos almoços, lanches ou sobremesas de vez em quando. Os recheios e coberturas é que fazem a diferença!

Voltando à tapioca da avó - que é a que usei aqui e a minha preferida. Comprei tapioca não hidratada em grânulos grandes (bolinhas com 3 a 6 cm de raio) e coloquei-a de molho em água fria durante cerca de 8h. A tapioca cresce bastante ao hidratar desta forma, por isso usem pouca quantidade (entre 50 a 100g chegam para adiantarem vários pequenos-almoços).

Escorri bem a água e levei a tapioca ao lume para cozer, mergulhada em leite de aveia. Usei leite de aveia porque era o que tinha à mão mas podem usar leite de vaca ou uma bebida vegetal que prefiram. Se o vosso objectivo for uma sobremesa (e não forem obcecados com a contagem das calorias) acrescentar leite de coco ou natas faz toda a diferença na cremosidade e sabor (eu juntei cerca de 100ml de natas frescas). Ao líquido da cozedura devem acrescentar os aromas que preferem: podem ser paus de canela, vagens de cardamomo, pedaços de casca de limão... eu escolhi uma vagem de baunilha cujo recheio já tinha usado noutras receitas. Adocem ao vosso gosto. Acho que fica mesmo mais saboroso se for pouco doce. Juntei duas colheres de açúcar integral de cana. Acrescentem também uma pitada de sal. Deixem ferver, mexendo sempre até engrossar (eu gosto de usar bastante líquido para os pedacinhos de tapioca ficarem mais diluídos e o "pudim" final solidificar menos e manter-se mais fluido e cremoso. Podem retirar do lume quando as bolinhas maiores de tapioca já estiverem translúcidas e sem o núcleo branco - quer dizer que cozeram completamente. Fica uma papa pegajosa e cheia de goma (ou não fosse a tapioca amido!), é normal. Depois de cozido, podem retirar o que acrescentaram para aromatizar e separar por copinhos. Pode-se comer mesmo assim, mas fica muito melhor depois de frio.

Nos meus copos, depois de arrefecerem bem, cobri cada um com puré de manga e sementes de cânhamo descascado. Acreditem, a mistura de texturas ficou perfeita!

Como disse acima, se preferirem, podem comer mesmo só a tapioca, sem mais nada e fica óptima. Também podem improvisar. Sirvam bem frio. 




terça-feira, 18 de julho de 2017

considerações sobre o veraneio



Desde há vários anos, tinha sempre a obrigatoriedade de gozar as minhas férias em Agosto. Nada contra. Gostava era de, além de Agosto, ter também Junho, Julho e Setembro livres. :) E depois umas duas semanas na Páscoa, mais duas no Natal... (sim, eu sonho alto!)

Regressemos ao mundo real. Tendo que escolher, sempre achei que Junho e Setembro seriam os melhores meses. Este ano estou a testar parcialmente a minha teoria mas ainda a meio do estudo, já acho que férias recortadas não proporcionam o mesmo descanso. Não chegamos a sentir aquela vontade ligeira de regressar, não sentimos saudades e voltamos ainda a precisar de distância da realidade quotidiana. Como uma noite em que não durmamos as horas necessárias, sabem? Vocês como fazem?

Entretanto, o desafio é aproveitar Lisboa o melhor possível nos tempos livres durante os meses de Julho e Agosto - e fugir tantos fins de semana quantos for possível! Essencialmente, queria dizer-vos que vou andar mais por aqui e tentar voltar a ter alguma assiduidade erva-cidreiresca. (sim, eu sonho alto!)

Bom Verão, gente!


(todos os meses e estações do ano escritos em maiúsculas são propositados porque essa regra do Acordo Ortográfico irrita-me particularmente)


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Menos é Mais





O meu sítio preferido do planeta não tem ar condicionado nem aquecimento central. Tem muita natureza (o que inclui aranhas, aranhões, mosquitos, bezouros, moscas, abelhas, traças, centopeias, gaios, esquilos, piscos de peito ruivo, rouxinois, gaivotas, pilritos, cobras, águias, gralhas, mariposas, borboletas, formigas, sardaniscas...). Não tem rede móvel e apanha só 4 canais de TV (e mal). O meu sítio preferido do planeta não tem lojas nem luxos. É perfeito. Tem zero glamour, mas com cheiro a camarinhas e som de ondas. É só perfeito. Volto já!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Os melhores dias do ano já cá estão!



Chegaram as festas e arraiais populares, o calor, os grelhados pelas ruas, flores e grinaldas coloridas a enfeitar as varandas, os jacarandás em flor por toda a cidade, as férias no horizonte e a feira do livro de Lisboa!

Este ano coloquei dois cadeirões de exterior na mini-varanda e não sobra espaço para mais nada. Claramente uma situação em que tive "mais olhos que barriga". :) Ainda assim, com muito boa vontade, é possível almoçarmos lá fora umas saladas leves e tudo o que não ocupe muito espaço e possa ser comido com o prato ao colo. :/ E o prazer de poder recostar-me naquelas almofadas ao pequeno almoço ou ao fim de alguns destes dias quentes também não é de desprezar.

Vejo-vos mais logo pelas ruas de Lisboa?




terça-feira, 30 de maio de 2017

vestida por... mim!




No último fim de semana consegui terminar uma peça de roupa minimamente usável - apesar de  bastante imperfeita. É um vestido amarelo e ficou larguíssimo mas estou feliz na mesma (mais vale largo que apertado  - Am I right?). Usei um tecido baratinho porque tinha receio de estragar tudo e ser um desperdício, mas acabo por concluir que a tarefa teria corrido melhor se o tecido não fosse tão mau. Foi um teste. Com o tempo vamos lá!

Quando ainda andava a estudar (no 3º ciclo e no secundário) cheguei a ir várias vezes para a escola com roupas feitas por mim. Ainda hoje me questiono como é que isso era possível. Agradeço a paciência e benevolência da minha mãe por ter aturado a minha adolescência. Não sei como sobrevivi às parvoíces que fazia mas, por outro lado, tenho alguma pena de a idade nos trazer esta coisa a que chamam "bom senso" que nos faz tão mais retraídos. Este ano não há-de acabar sem que eu saia à rua com roupa feita por mim!




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Papas de aveia - sem limites :)



As papas de flocos de aveia são uma daquelas coisas que sempre fizeram parte da minha vida. A minha mãe fazia-as, a minha avó também, habituei-me a prepará-las de mil e uma maneiras mas nunca lhes dei grande  atenção por serem tão habituais lá em casa. Fáceis de fazer, saborosas, rápidas e muito saciantes, eram a escolha frequente nos dias em que apetecia um pequeno almoço mais substancial ou quando faltavam ideias para despachar o jantar. Durante muito tempo, as minhas preferidas eram as que fazíamos ao jeito do arroz doce: flocos cozidos em leite com um pau de canela, raspa de limão e açúcar integral de cana. Hoje já não sou grande fã de misturar canela e limão, mas antes era assim mesmo que gostava! Cozidas em água também não aprecio, ficam pouco cremosas. Mas agora não faltam alternativas de leites vegetais bem saborosos como os de amêndoa, avelã, caju, arroz ou mesmo de aveia (tentem fazer em casa porque são mesmo fáceis ou tenham atenção e evitem comprar os que tenham açúcares adicionados).

Nunca abandonei completamente a aveia mas, durante uns tempos, apeteciam-me mais as papas não cozidas - as "overnight oats" como estas de que vos cheguei a falar - que ficam a amolecer durante a noite e nos esperam prontinhas ao pequeno almoço. Recentemente redescobri o prazer de uma boas papas cozidas e cremosas porque percebi que não há muitos limites para a criatividade - e a aveia é mais bem digerida depois de cozida. Há versões que não acabam e podemos sempre inventar e descobrir novas formas de as melhorar.

Na imagem, a preferida do momento: com curcuma e cardamomo, entre várias outras coisas deliciosas. Fica boa e bonita, além de nos fazer muito bem. Dá para prepararmos doses maiores e despacharmos logo vários pequenos almoços de uma vez ou um lanche/almoço pronto a levar (se colocarmos num frasco, fica fácil de transportar).

Uma descoberta boa que fiz com a Catarina Beato no workshop na Maria Granel foi a maravilha que é adicionar uma colher de sopa de farinha de coco e/ou farinha de batata doce às papas porque ficam muito mais cremosas e o sabor também sai a ganhar.

Estou rendida. É bom voltar aos sabores de sempre e encontrar aquele conforto do que nos é familiar sem que deixe de nos surpreender todas as vezes!


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