sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

Até já!



Às 21h30, em Almada, com entrada livre (podem levantar-se bilhetes no local, a partir das 20h). Até logo!

(Os créditos da imagem vão para o Tiago Ramos, que é quem manda na bateria!)

quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

pudim quente de coco e noz moscada




Segui a receita do robot_lemonade para um warm coconut nutmeg pudding (pudim quente de coco e noz moscada). A mistura inesperada de sabores chamou-me logo a atenção e tive de experimentar. Apesar da consistência e cor não terem ficado como previsto (devo ter deixado mais tempo ao lume e usei açúcar moreno), o resultado final foi aprovado. Sobremesas com noz moscada? Check!



gestão do tempo




Ando semi-prendada. Há dias, no entanto, em que gostava muito de ter tempo para ser completamente prendada. É provável que me fartasse se tivesse de coser e tricotar por obrigação mas, como hobby, é tão giro e gratificante que não apetece parar!



quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

Luz!



A hora mudou este último fim de semana. O horário de verão foi substituído pelo de inverno e, invariavelmente, os dias começam a parecer-me mais curtos e tristes. Ainda assim, apesar de anoitecer demasiado cedo, as manhãs têm uma luz incrível. Radiosa!

Repararam na cauda da gata escondida na fotografia? :)

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

Tarte de cebola roxa caramelizada e tomate chucha




Mais uma receita rápida que parte de uma base de massa quebrada (descobri umas pré-feitas óptimas!) a que se acrescenta o recheio de cebola roxa caramelizada em azeite, tomatinhos chucha (ou outros que prefiram), orégãos e ovos! Só isto! O jantar está servido!




segunda-feira, 27 de Outubro de 2014

tarteletes de maçã




Uso a minha receita do bolo de maçã como recheio para a massa quebrada, em formas de tartelete.

Maçãs com canela a saírem quentinhas do forno e polvilhadas de icing sugar no fim, invadem invariavelmente a casa com cheirinho a Outono.

Como sempre: Tão fácil! Tão bom!




quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

dias em que acredito nos contos de fadas




Esta é a sobrinha em quem vejo mais de mim própria quando era pequenina. Identificarmos em nós características herdadas de outros nem sempre é uma experiência agradável (detesto quando sou teimosa como o meu pai, distraída como a minha mãe ou desconfiada como a minha avó paterna), ao passo que conseguir ver ou sentir traços nossos nas crianças é tão bom! Não é?

Estas fotografias têm quase 3 meses, foram tiradas numa zona de pinhal com vista para a praia, no casamento de primos de quem gostamos muito. Era o meu primeiro dias de férias. É por isso que estava com este ar cansado e de quem ainda não tinha apanhado Sol ... mas é também muito por isso que estava tão feliz!

O primeiro dia de férias é um dos meus preferidos do ano! Aquela sensação de antecipação chega a ser quase melhor do que as férias em si, não acham? Eu escrevi "quase".

segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

uma possível definição de felicidade





Ao fim da tarde, num Domingo, esticar-me na sala a ler e adormecer com a cabeça enterrada no livro.


domingo, 19 de Outubro de 2014

mais sacos plastificados para o automóvel




Fiz mais sacos plastificados porque, aparentemente, sou a única pessoa que nunca se debateu com o problema do lixo a acumular-se no automóvel?! Estes são em tecido por fora e plastificados por dentro, com cores leves e vivas - a acolherem como deve ser este Verão de São Martinho que, por mim, é tããão bem vindo!

sábado, 18 de Outubro de 2014

12 meses no calendário



Chegados ao décimo mês do ano, 5/6 de 2014 já passaram por nós!


Janeiro é o famoso mês das resoluções, dos recomeços. É também, frequentemente, o mês em que essas mesmas resoluções caem por terra. Mês do regresso à realidade a que se segue o Fevereiro cheio de depressões e em que toda a gente já desespera pela Primavera que ainda demora a chegar. Passa um par de meses e as "limpezas de Primavera" são um clássico. É incrível a quantidade de artigos com sugestões, dicas e listas que se encontram online a propósito disso.

Depois vem aquela altura do ano em que toda a gente parece obcecada com o corpo e vem a avalanche das dietas milagrosas e dos exercícios infalíveis. Mil e uma propostas por todo o lado.

Passa o Verão. Ai que saudades do Verão!

Chega Setembro e muita gente que se rege pelo calendário escolar fala novamente em "início do ano". Apesar de trabalhar num colégio, não consigo ver Setembro como um início, para mim é o final do Verão e por isso é mais um mês. Começam os bombardeios com coisas natalício-comerciais misturadas com o execrável halloween e só tenho vontade de hibernar. Cá em casa não há lugar para o halloween nem para o natal comercial.

Novembro é o mês de fazer merendeiras para oferecer no Dia do Pão por Deus e tempo de gratidão e ThanksgivingEm Outubro, apesar do mês já ir a meio, estou a pensar instituir as "revoluções de Outono". Uma espécie de "Limpezas de Primavera" mas mais profundas. Sinto que tudo cá em casa pede renovação. Estou um bocadinho cansada de ver as coisas erradas nos sítios errados. Preciso de uma revolução. E como a palavra tão bem expressa, não é nada superficial, revolucionar é mudar mesmo: substituir móveis, pintar tectos, alterar candeeiros, deitar fora tapetes, acrescentar almofadas, trocar os sítios. Mudar! E daqui a um mês e meio, aí sim, podemos começar a falar de Natal, mas do Natal com maiúsculas e que não tem nada a ver com velhos gordos de barbas, doces, família ou presentes. É claro que guardo muito boas memórias dos últimos Invernos, dos jantares passados em família, das coisas bonitas que apetece oferecer a quem se gosta, da criatividade que chega quando as noites se alongam e a chuva e o frio convidam a serões em casa com as pessoas mais aconchegadinhas umas às outras... tudo isso é bom, mas o Natal não é isso. O que celebramos todos os anos com renovado entusiasmo é a verdadeira história do Natal: o facto de Deus ter habitado entre nós e se ter dado em Jesus para realizar a maior (e mais dura) história de reconciliação que alguma vez existiu. Só assim é que pode (e deve) ser Natal o ano inteiro!

um babete masculino q.b.




Gosto de misturas inesperadas de tecidos. Gosto de riscas e das cores pouco óbvias. Não passo sem os tecidos lisos em tons neutros para equilibrar. Misturas improváveis, sim! - mas sem a poluição visual do excesso de padrões. Aqui, brinquei com fogo mas acho que parei mesmo no limite!

Menos continua a ser mais - quase sempre e em quase tudo.




terça-feira, 14 de Outubro de 2014

bacalhau com broa



Outono, Outubro... pratos de forno!

O meu Bacalhau com broa (4 pessoas)

1 couve lombarda
4 postas de bacalhau
1 lata gd de grão cozido
1 broa de milho
Alho em pó
Bastante azeite v.e.
sal q.b.

Cozi a couve (cortada) em pouca água, temperada com sal. Quando estava quase cozida, encaixei em cima o tacho de cozer a vapor e deixei as postas de bacalhau (bem demolhadas) alguns minutos para irem cozinhando.
Numa travessa de ir ao forno reguei o fundo com azeite e cobri-o com grão de bico cozido. Por cima levou a couve cozida muito bem escorrida. Temperei com alho em pó. As postas de bacalhau já quase cozidas entraram por cima da couve, com a pele virada para baixo. Cobri as postas com broa de milho esfarelada, polvilhei novamente com alho em pó e reguei abundantemente com azeite. Vai ao forno até a broa tostar e ficar com esta cor dourada.

Sabores muito tradicionais para aconchegarem a alma nos dias agrestes.


domingo, 12 de Outubro de 2014

alguém nos livre dos pais natal de chocolate em papel prata!




Não há paciência para esta coisa-horrível-do-pretenso-natal-do-consumo que nos começam a tentar impingir logo a meados de Setembro. Hipermercados com luzes e pais natal de chocolate em papel prata? Vade retro...




sábado, 11 de Outubro de 2014

chapéus há muitos




Diz a minha tia Teresa que há pessoas a quem todos os chapéus assentam bem. Diz também que há quem fique bem de óculos, ponto. Todos e quaisquer óculos! Não faço parte deste segundo grupo. É muito difícil encontrar óculos (escuros, principalmente) com que goste de me ver. Acabo por escolher quase sempre modelos grandões porque são os que ficam menos mal num rosto redondo.

Os chapéus são outra história. Gosto de quase todos os tipos de chapéus e que sei andaria muito mais vezes de chapéu na rua se não gostasse tanto de passar despercebida nas multidões. Um bom chapéu capta demasiadas atenções (o da fotografia é um mau!). Eu gosto do anonimato que uma cidade nos permite, de podermos estar sozinhos enquanto estamos acompanhados. E hoje lembrei-me disto tudo enquanto atravessava Lisboa a pé. Alegremente só no meio de uma multidão.

sexta-feira, 10 de Outubro de 2014

arroz de pato sem pato em tolha de chita de Alcobaça



Ir a Alcobaça e não trazer chitas pareceu-me um absurdo. Sábado, ao fim da tarde, resolvi dar uma volta a pé sozinha na zona histórica para provar doces conventuais e procurar uma retrosaria. Ambas as decisões se provaram muito acertadas!

Encontrei lenços tradicionais lindos e chitas de Alcobaça com uma variedade que nem sequer esperava. Acabei por ter de me refrear e escolher apenas dois padrões com cores bastante diferentes. Comprei alguns metros de cada um mas ainda não tenho planos muito concretos para eles. O que já é certo é que uma boa parte serão toalhas de mesa. Estes padrões antigos lembram-me tanto a minha avó paterna, a avó portuguesa, a pessoa que toda a vida conheci vestida de preto e que, ao mesmo tempo, era quem mais gostava de cores garridas e padrões floridos. Ver a mesa assim trouxe-me tão boas memórias!




Fiz o que parece (e sabia a) arroz de pato mas usei, alternativamente, frango. Um peito de frango grandinho, cozido e desfiado. Para além de ser muito mais fácil de encontrar e mais acessível, é também muito menos gordo. Cozi o peito de frango em caldo de galinha com vinho branco e sumo de limão e depois usei esse caldo para cozinhar o arroz no forno. Ficou óptimo. Muito melhor do que esperava!

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